segunda-feira, 29 de julho de 2013

"O LIMÃO NÃO DEIXOU"

O barco Cova D'oiro
Mesmo ali ao lado do mar
Parado sem navegar
Onde terá deixado o tesoiro!

Amigo António Querido Páscoa fui visitar
Não quero saber, se tinha ouro ou se tinha mel
Com a família e amigos fomos almoçar
Ao Restaurante Carrossel

O que eu posso dizer
A sua quinta fui visitar
Obrigado te estou a dizer
Pelas batatas para cozer
Que trouxe para o jantar!

Que as cebolas fizessem chorar
O limão não deixou
As ovelhas espantou
O teu cão estava a ladrar!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

"NÃO HÁ FUMO! SEM FOGO"

Não há fumo, sem fogo!
Com fome não há alegria
Com razão luta o povo
Para não perder a democracia.

Tanta gente na polílica
Só para mal dizer
Nada faz mas acredita
Que do céu, ouro pode chover.

Só há lata, não há ouro, 
Não há bronze, não há prata
Mas, há a pá e o rodo
O chibo mais a cabra.

Há o negociante,
Bem falante, usa gravata
Não há diamante
Mas, há muita sucata.

Há fartura de desgraça
Há chalaça porventura
Por mares numa barcaça
Em a riscada aventura
Vasco da Gama navegava.

Sem o pão cozido no forno
Não há vida harmoniosa
Tentando enganar o povo
Houve mudança enganosa!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

"CONTRARIADO"

Para longe da tua terra
Foste contrariado
Empurrado para a guerra
Não foste ferido nem condenado
Porque sorte tiveste
Herói! Nobre soldado!
Que um dia partiste
Para desconhecido lugar
No paquete pátria, tão triste
Pelo oceano a navegar.
Voltaste de onde partiste
Encontraste tudo na mesma
Desembarcaste e sorriste
Em Lisboa, cidade portuguesa!

Capital do teu país
Situada à beira do Rio Tejo
O destino assim o quis
De comboio para o Alentejo.

Voltaste para Lisboa
Na construção civil a trabalhar
Procuraste vida boa
Por ela continuas a esperar!

terça-feira, 23 de julho de 2013

"MANOBRA TRAIÇOEIRA"

Depois da confusa salvação!
Manobra traiçoeira
Vai haver remodelação
É mentira, só mudam de cadeira.

Autorizou a continuidade
Depois de ter declarado
Por não ter qualquer credibilidade
Entendimento não alcançado.

 Crédito malparado
Confusão instalada
O toiro feriu o forcado
Com uma forte cornada.

De raça, um boi afamado
Tentava agarrar o ramalhete
Aconteceu no passado
Na feira em Alcochete!

Vai continuar a balbúrdia
Com uma cara nova nas finanças
Conduzir o povo à penúria
Sem futuro nem esperanças!

domingo, 21 de julho de 2013

"O ÚLTIMO SERMÃO"

Para agradar a Belém,
De São Bento, foi a correr
Encontrou o juiz! ninguém
Sem saber o que fazer

Começou o discurso
Antes da luz acender
Ficou no escuro
Sem nada esclarecer!

Um passo inseguro
Pode dar um trambolhão
Causada por um casmurro
Numa grande confusão!

Depois de um encontro a três
Chegou ao fim sem nada na mão
Para enganar o povo português
Falta ainda o último sermão!

sábado, 20 de julho de 2013

"O BURACO"

Já em 2004, segundo o autor, em Lisboa,
havia um buraco onde cabia um autocarro. 
Nove anos depois há um buracão
Que está a engolir os portugueses

No reino de Sua Alteza 
Sete rios nasceram
Parridos p'la natureza

Sete rios naturais 
Que foram transformados
Em pequenos canais

Com o decorrer do tempo
Os rios mudaram a direcção
Para os lados de São Bento

Isto só veio a acontecer
Porque o Santo, já cansado
Acabou por adormecer

A LISBOA ESBURACADA
Tem um buraco bizarro
Com a boca escancarada
Para engolir um autocarro.
(António Maria Veríssimo)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

"CAMBALACHO"

última hora: No Largo do Rato, em Lisboa, na sede do PS. Saídos dos ninhos, vários ratos, interromperam a oitava reunião, onde estavam os políticos dos três maiores partidos, do governo e da oposição,  a negociar uma solução de compromisso e de salvação nacional. Tudo na mesma, como a lesma, continua a incerteza...
Nada de bom para a gente se espera com certeza. Daquela gente arreigada ao poder e daquela gente que lá não está, mas, tudo faz para lá chegar. Depois da intervenção do presidente, mais confusão se gerou! Com um governo a prazo, e o líder do maior partido da oposição, cuja a sua ambição é agarrar as rédeas da governação...
Se já era tanta a confusão. Daqui por diante como irá ser? Inseguro, no meio da tempestade, continua a nadar para lá chegar. Duvido que consiga sair ileso da emboscada que lhe foi montada!.Seguro procura o tacho. Para lá caminha também. Para falar do cambalacho. Passos Coelho em Belém!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

" DECISÕES DE UM PRESIDENTE"

Atabalhoadamente!
Ao país vai falar
Sentado no alpendre
Um presidente a pensar.

Os soldados vão para a guerra
No céu uma estrela cadente
Tudo aquece na terra
Com o calor do sol ardente.

Nasce a planta da semente
Na terra semeada
No céu a estrela cadente
A seu lado a lua prateada.

Arde a lenha na fornalha
Neste mundo tanta gente
Quem, arduamente, trabalha
O que faz a canalha consente.

  Correctas decisões
As toma quem é inteligente
Por causa dos milhões
Se ilude muita gente.

Tem por acaso medo
De eleições antecipadas
Não gosta do segafredo 
Prefere as mal-assadas!

terça-feira, 9 de julho de 2013

"O BIRRAS"

Equilíbrio, garante!
Futuro estável
 O birras palpitante
Trapezista admirável.
Falava o doutor
Com o economista
Treinado a rigor
Formado golpista.
Preparado o paciente
No bloco operatório
Anestesista prudente
Evitar o pandemónio.
Continuação garantida
Reparada destruição
Normalidade estabelecida 
Depois do forte furacão!
Não acredito, não
Que seja doradoira
Será maior o trabalhão.
Se pisar na rasoira!
O mimado, tantas já fez
Foi prometer ao paizinho
Perdoado mais uma vez
O menino Paulinho!
 Quando paizinho entender,
 Da decisão que tomou, vai falar
 Com certeza a luz verde acender
Para a incerteza poder passar.
Está a preparar a lâmparina 
Meter a torcida no lugar certo
Lá no Palácio da Diplomacia
Continua a cantar o melro!

sábado, 6 de julho de 2013

"O SEGREDO DA FÓRMULA"

Depois do mal feito
Encontraram as fórmulas
Governação sem jeito
Passos Coelho e Paulo Portas!

Para divulgar no dia seguinte
O que estarão a esconder
Para o bem do contribuinte
Boa coisa não deve ser!

Será, mais um tapa olhos
Dos outros diferente
Com a saia até aos joelhos
E blusa não transparente!

Traidores de Portugal
Querem os aldrabões
Continua o temporal
Segundo as provisões!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

"DOENÇA SÚBITA!"

Raposa agressiva
Com o rabo de fora
No buraco escondida
Sem juízo na carola
De tal forma atrevida
Uma martelada na tola
Precisa... puxão de orelhas
De mão estendida pede esmola
No campo, o  pastor das ovelhas
Um gabarola sem vergonha
Faz e diz o que bem quer
Com a sua arte e manha
No prato do outro mete a colher
Daí o desentendimento
Causado por uma mulher
Fez estremecer o parlamento
Diga lá o que quiser
Para isso tem liberdade
Por causa de uma qualquer
Não acaba a liberdade!..

quarta-feira, 3 de julho de 2013

"RIR É O MELHOR REMÉDIO"

Vá lá não fiquem tristes com a demissão do PP. Rir é o melhor remédio. A língua Portuguesa é estupenda e presta-se a estas coisas: Por exemplo: Se o Mário Mata, a Florbela Espanca, o Jaime Gama e o Jorge Palma, o que é que a Rosa Lobato Faria?E, já agora: alguém acredita que a Zita Seabra para o António Peres Metello?

CANCIONEIRO DO NIASSA

IMAGENS DO NOSSO CONVÍVIO, EM 08/10/2011.

IMAGENS DO CONVÍVIO REALIZADO DIA 9 DE OUTUBRO DE 2010