terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

GOVERNO - EXEMPLAR?

ESTADO ARRECADA MENOS 8% EM RECEITAS FISCAIS.
O Estado conseguiu menos 8% de receitas fiscais, em Janeiro, do que no mesmo mês do ano passado. São menos 222 milhões de euros, Só em IRC, as Finanças encaixaram menos 61%
O Estado arrecadou 2,6 mil milhões de euros em receitas fiscais, em Janeiro. São menos 222 milhões do que em igual período do ano passado, ou seja, menos 7,9%. Em Janeiro de 2011, as receitas fiscais aumentaram 15,1%, de acordo com os dados divulgados pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO) através da Execução Orçamental.
A contribuir para esta evolução estiveram os impostos sobre os rendimentos dos particulares (IRS), bem como das empresas (IRC), com a colecta a diminuir 4,5% e 61,3% respectivamente. Enquanto do IRS o Estado conseguiu menos 43 milhões, do lado das empresas a quebra de receita foi de 138,6 milhões de euros.
A DGO explica que esta quebra das receitas fiscais está relacionada com um episódio extraordinário observado  em 2011, que foi a "antecipação generalizada da distribuição de dividendos ocorrida em Dezembro de 2010". Excluindo este impacto, "a receita fiscal registaria um decréscimo de cerca de 1,6% face ao período homólogo de 2011, explicado pela variação negativa de cerca de 4,8% nos impostos directos e pela variação positiva de 0,5% nos impostos indirectos".
Com estas evoluções, as receitas obtidas com os impostos directos diminuiu 18,8%. Já os impostos indirectos registaram um aumento de 0,5%.
E para esta última evolução contribuiu um maior encaixe com IVA (5,7%), com o imposto sobre o tabaco (13,9%), bebidas alcoólicas (14,9%) e o imposto de circulação (23, 3%). Já o imposto sobre veículos e o imposto de selo registaram quebras de 43,9%) e 8,8%, respectivamente. 
O comportamento destas variáveis é ilustrativo do contexto nacional. Famílias com menores rendimentos, a taxa de desemprego em máximos históricos (14%) e empresas com menores vendas são a realidade actual, o que tem impacto directo nos impostos que o Estado consegue arrecadar.
Se o actual governo, em seis meses de governação, já conseguiu tudo isto. Se continuar até ao fim da legislatura. O que mais irá conseguir?

7 comentários:

  1. Um dia de paz pra ti meu amigo...abraços fraternos.

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  2. De nada valem os nossos sacrifícios. Isso é o que eu sei. Um grande abraço meu caro!

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  3. Pela minha parte já fiz o que podia,sacaram-me os subsídios, e o que mais estará para vir, já não posso dar mais para este peditório.
    Se os impostos não lhes chegam, vão pedir para outra freguesia, que está está falida.
    Um abraço
    Virgílio

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  4. Só sei que estamos fritos!
    Como não têm mais a quem pedir vamos ser nós a pagar de novo a factura.

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  5. Um dia repleto de paz pra ti meu amigo...abraços fraternos.

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  6. Quando acabarem de vender o nosso país aos chineses acabam-se as receitas de vez e a miséria será uma constante para todos os que não conseguiram depositar o dinheiro na Holanda e outros paraísos.

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  7. É Eduardo o governo só que saber de arrecadar impostos para eles mesmos, nós trabalhamos tanto pra quer?
    Vim te desejar um bom dia, beijos.

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CANCIONEIRO DO NIASSA

IMAGENS DO NOSSO CONVÍVIO, EM 08/10/2011.

IMAGENS DO CONVÍVIO REALIZADO DIA 9 DE OUTUBRO DE 2010